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O jornalista Bernardo Küster publicou ontem (4) um vídeo [1] sobre o envolvimento do Partido Novo na Agenda 2030, da ONU.

Küster voltou a abordar o assunto hoje (5) em outro vídeo [2].

Alinhar-se a proposições da ONU não combina com uma instituição que diz priorizar o indivíduo e o livre mercado. Porém, não fiquei surpreso com o envolvimento e imagino que coisas mais polêmicas surgirão. O Novo não vai deixar de ser um partido defensor da liberdade por conta disso, mas precisa ajustar melhor determinados filtros. Vejo as (boas) provocações de Küster como uma oportunidade para o Novo mostrar que é mesmo novo ou seja, capaz de fazer uma autocrítica e, quem sabe, reconhecer publicamente que deixou progredir, nas suas vias decisórias, um desvio de valores, apoiando algo que não combina com uma pauta de um partido liberal que deve rejeitar a influência de grandes arranjos políticos, como é o caso da ONU, instituição que atua notadamente por interesses em favor da ofensiva cultural. 

Uma coisa é discutir questões que estão na Agenda 2030, outra é subscrever projetos da ONU. Seria o Novo capaz de vir a púbico esclarecer isso, ou será que este tipo de atitude não está na pauta, repetindo erros similares a velhas práticas de partidos que mantêm um discurso para o público e outro para as vias internas, incapaz de reger algum alto nível de transparência ideológica com a sociedade?

 

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