A política é uma atividade empreendedora que explora a idiotice – Todo idiota é um potencial cliente da atividade política. Será sempre a mais importante parte do negócio de “fazer política”. Por isso, a política sempre demonstra irracionalidade premeditada com a economia, especialmente quando ignora a realidade da escassez para vender ilusões, como algo para satisfazer o seu “público-alvo”: o idiota-homem-massa berrante do “Lula Livre” ao “Bolsominion”.

Não é por acaso que a atividade política cuidará para que a idiotice seja cultuada, constantemente incentivada, exaltada, e isso nas mais diversas camadas da sociedade. A política não é um negócio apenas para multiplicar pobres, digo, indivíduos dependentes do Estado. É, sobretudo, uma atividade multiplicadora de idiotas ricos, pobres e de classe média. A idiotice na política é a coisa mais democrática que existe! Lá no “Gênesis” da política está o verso “ide, doutrinai e multiplicai os idiotas na terra!”.

Sem a idiotice, a política morre, definha, fica em um cantinho meio que esquecida, como acontece na Suíça.

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