1-Elevada carga tributária que encarece custos de produção e estimula a informalidade no mercado (cultura de caixa dois);

2-Relações viciadas de empresários com políticos em trocas de favores, na obtenção de subsídios, bolsas de crédito, na elaboração de leis e demais regramentos que inibem a livre concorrência, a inovação, em benefícios dos empresários que podem influenciar os agentes políticos, fatos que resultam na priorização da troca de favores em desfavor da busca da eficiência econômica, onde reside a cultura saudável de contabilidade;

3-Promoção do Big Brother Fiscal que prejudica a privacidade dos negócios e transforma os contadores em delatores a serviço do fisco, comprometendo seriamente o repasse de dados em níveis adequados para a elaboração de bons trabalhos contábeis;

4-Transformação contínua do contador em “auditor fiscal” no sentido de que dedicam quase a totalidade do tempo disponível para tratar de assuntos tributários, não tendo oportunidade de abordar questões contábeis de viés econômico;

5-Falta de educação de base sobre contabilidade, finanças e economia, em função de um sistema controlado pelo Ministério da Educação que fomenta a cultura de estado (anticapitalista), contribuindo assim para formar indivíduos sem base mínima necessária para atuarem como empresários profissionais;

6-Relação de subserviência de entidades (CFC, CRCs, Fenacon, etc.) que arrogam para si a função de promover a contabilidade no país, mas que na verdade ajudam a fomentar a mentalidade de “anticontabilidade” quando se alinham com o fisco para promover mais Big Brother Fiscal e assim, estimular mais custos do estado na economia (Custo Brasil), fazendo com que contadores trabalhem mais para o governo e menos para os empresários.

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