Estudar escassez pode ser uma forma de fazer ciência… Mas estudar “economia” não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar fenômenos patrimoniais de entidades pode ser uma forma de fazer ciência… Mas, estudar “contabilidade” não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar comportamentos humanos pode ser uma forma de fazer ciência. Mas, estudar “psicologia” não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar fenômenos sociais pode ser uma forma de fazer ciência. Mas, estudar “sociologia” não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar fenômenos políticos pode ser uma forma de fazer ciência. Mas, estudar “política” não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar qualquer objeto pode ser uma forma de fazer qualquer ciência. Mas, estudar o que se convencionou chamar de “ciência”, não garante, necessariamente, fazer ciência.

Estudar para fazer ciência é uma atividade sujeita a fortes emoções, muito perigosa, sobretudo quando se está disposto a considerar que pode contrariar fronteiras impostas ou convenções de “ciências” contidas em muros acadêmicos institucionais.

 

 

 

 

 

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