Ontem (12/10) foi o dia de Nossa Senhora Aparecida. Nas imediações da Basílica, imagens que denotam um homem, um político, idolatrado, sob o coro de “mito!”.

Até parece que foi o  dia do tal político e não da Aparecida. Um político que se declara católico, mas não teve qualquer constrangimento em se aproveitar de um dia tão importante para fé apostólica romana no Brasil, e em vez de deixar APENAS a homenageada ser reverenciada pelos fiéis, se permitiu a este papel bisonho, profano. Ele também se declara “conservador”. Bem, quanto a isso, só me vem à mente uma recente publicação do escritor Martin Vasquez, afirmando que o conservadorismo no Brasil “transformou-se num pastiche” [1].

 

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  1. Twitter Martin Vasquez

 

 

 

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