Diante desta palestra no Seminário Internacional “Democracia em colapso?”, penso na seguinte questão: E a família convencional, tradicional, não tem o direito de existir?

Quando alguém assume um interesse público, político, de não querer que algo exista em sociedade, e este “algo” se trata de uma instituição que surgiu ANTES DO ESTADO, estou diante de um problema comum entre intolerantes que desejam impor aos outros o juízo próprio sobre o que deve ou não existir na sociedade. No caso de nazifascistas, a violência do não querer estava pautada em judeus, gays, negros, ciganos, deficientes físicos, etc. No caso da radicalização do vídeo abaixo, a intolerância se pauta sobre uma militância para destruir a instituição tradicional “família”. Talvez, muitos envolvidos em movimentos de LGBT não estejam percebendo que estão caindo no mesmo problema de intolerância.

 

 

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