TIPO 1. O ABSOLUTAMENTE INSENSÍVEL, PATOLOGICAMENTE FRIO, SEM COMPLEXO DE CULPA

Este tipo passou a vida inteira em função de si mesmo. Construiu um pequeno império, muitas vezes por mérito, outras passando a perna nos outros, mas, em todos os casos, não tem a menor disposição para se sensibilizar com a dor de alguém muito necessitado. Vê com desprezo e fraqueza o ato de doar, colaborar, cooperar, sem receber nada em troca. Se puder se “arriscar” para “ajudar os pobres”, o faz gastando sempre o dinheiro dos outros. Joga toda a responsabilidade pela assistência aos mais carentes em programas do governo onde ele não pagará a conta. Não pensa duas vezes em encontrar formas de culpar os pobres por serem pobres enquanto se acha intocável, confiante na riqueza que acumulou.  É facilmente encontrado em rodas de políticos e partidos de olho no fundo eleitoral.  Este tipo costuma entrar em forte depressão quando é acometido por uma doença incurável onde o dinheiro que tem nada pode fazer ou quando perde alguém de grande estima. Neste momento, descobre, pela dor, o miserável ser humano que foi.

O TIPO 2. O EGOCÊNTRICO COM COMPLEXO DE CULPA

Este tipo se sente constrangido por ter em demasia quando se encontra diante de pessoas carentes. Para tentar amaciar o ego e aliviar um pouco esse complexo, decide doar mas não perde a oportunidade de aparecer. É facilmente visto publicando vídeos em redes sociais registrando as caridades que realiza. Faz questão de aparecer. Com isso, espera ser reconfortado em relação ao complexo que tem, assim como mais venerado entre aqueles que o cercam, os bajuladores de plantão. Também pode ser visto em igrejas se achando mais importante que os outros porque “dá” o dízimo maior e assim acha que pode mandar no pastor/padre e na diretoria.

O TIPO 3 – O ALTRUÍSTA E DESPRETENSIOSO

Este tipo se sente totalmente sensibilizado pelas carências dos mais necessitados. Regularmente faz obra de caridade e zela pelo anonimato. Não quer aparecer. Não está nem aí para a política e para políticos. Faz tudo em silêncio e discrição. Não quer ser reconhecido pelos homens, tampouco fazer negócio com Deus, achando que, com isso, ganhará pontos para entrar no Céu. Pode ser visto em centros espíritas e igrejas, fazendo vultosas doações ao mesmo tempo que pede sigilo ou simplesmente não se identifica. Este foi chamado por Cristo e entendeu o significado do Evangelho.

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