13/01/2022

Fundamentalismo político, a versão laica do fundamentalismo religioso

Sobre um triste evento ocorrido neste início de semana…

O fundamentalismo ideológico entre militantes na política é algo tão ou mais nefasto quanto o fundamentalismo religioso.

O suporte aprecia La valse d`Amélie, do compositor francês Yan Tiersen (Brest, 1970) , tocada pelo pianista holandês Jeroen van Veen (Herwen, 1969) https://www.youtube.com/watch?v=9Zq0t2Stpcw&t=2169s

Nada mais tóxico socialmente que uma pessoa “politizada”, envolvida por alguma ideia coletivista para corrigir ou orientar algo no mundo, uma personalidade que se sente “iluminada”, portadora de alguma “verdade absoluta”. Após um certo tempo de exposição a uma certa doutrina coletivista, via de regra baseada em formas de “coerção do bem”, acaba se tornando perigosamente incapaz de conviver em ambientes além de sua bolha ideológica; não me admira que ao sair da tal “zona de conforto” em grupinhos políticos, onde todos concordam subliminarmente enquanto fingem algum debate com divergências rasas, só para se auto iludirem, o fundamentalista-militante-político ao se deparar com algo verdadeiramente incompatível com sua cosmovisão , onde naturalmente há um contraditório às suas convicções, então se manifesta em sua bruta visão sobre o que Hayek alertou acerca da “dispersão do conhecimento”.

Dada a sua crença absolutista, não raramente munida de um sentimento de “missão superior” para com o que entende ser a plenitude de seu entendimento acerca de uma determinada questão sensível à sociedade, o fundamentalista-militante-político então revela a sua face mais hostil não suportando ter que lidar quando alguém simplesmente exerce um “direito de escolha”; o choque então aciona um explosivo e assim o sujeito se perde em uma peculiar inaptidão para seguir decentemente na discussão, de forma civilizada, tão-somente pautado nas ideias; ora, se concordar ou discordar faz parte de todo autêntico debate político-ideológico, na mente do fundamenta-lista-militante-político no lugar do diálogo e do argumento, imperam as suas limitações intelectuais, retroalimentadas pelos vícios de sua bolha ideológica, e eis que acaba levando o que seria um bom debate para a ofensa pessoal. É por isso que há um bom tempo não discuto mais política em redes sociais e me limito ao propósito de procurar avaliar certos impactos que as políticas provocam nas economias e como tentar se precaver delas.

Por fim, como diz o papa Francesco, “estamos todos no mesmo barco”, sim, estamos, e deveríamos entender que nesta nave terrena o RESPEITO é fundamental, mas o fundamentalista-militante-político não quer saber disso porque no universo bipolar em que vive só há uma verdade: a que ele (supostamente) leva consigo, pela qual foi doutrinado, e quem discordar acaba ofendido gravemente (no mínimo), evidenciando desta maneira um comportamento análogo ao de um fundamentalista religioso.

O fundamentalista-militante-político é a versão laica do fundamentalista religioso.

09/01/2022

A música em minha vida

Abro os olhos, em minha primeira experiência com os sentidos no dia e eis que me dou conta que uma melodia barroca está em minha mente, normalmente uma do prete rosso di Venezia, Antonio Vivaldi, ou do professor germânico Johann Sebastian Bach, o mais frequente. Em outras experiências de despertar me dou conta de que em minha mente está a tocar uma melodia de Mozart, Beethoven ou alguma peça de um compositor contemporâneo, o que chamo de “neoclássico”, como o italiano Ludovico Einaudi ou o francês Yan Tiersen.

Durante o trabalho a música está presente quase que o tempo todo como ambientação, e aqui vale explicar que o termo “trabalho” para mim tem uma abrangência ampla pois envolve, leituras, estudos, pesquisas, meditações, escritos, além do que se convenciona classificar com “atividade profissional” de programação de sistemas, investimentos e atendimento (suporte) a clientes.

Estudo ouvindo música barroca ou clássica; uma meditação se dá com algum prelúdio de Bach (o meu preferido é o BWV 846 https://www.youtube.com/watch?v=uSU0MaGbkh8), escrevo normalmente com música, sendo as composições de Vivaldi as mais frequentes.

Quando me sinto mais cansado do que o habitual, pego o fone de ouvido e me permito ao relaxamento com Mozart, Beethoven, avanço no tempo e chego em Chopin, Debussy, Franz Liszt, desço séculos e vou a Johann Pachelbel e Tomasso Albinoni, entre outros gênios. Quando o cansaço entristece, a música se faz presente.

No ano passado, muitas vezes me flagrei em um nível elevado de estresse; muitos desgastes físicos e emocionais e tive que encontrar forças no lado espiritual para entender minimamente minhas necessidades mais prioritárias e não perder o foco, e nesse processo a música foi um instrumento indispensável temperando minha alma com cansaço e lágrimas.

Alguns dizem que é questão de “gosto” apreciar música barroca e clássica. Não se resume apenas a isso, pois também é algo de interesse científico, senão vejamos:

Em estudo da Universidade de Oxford, verificou-se que ouvir música clássica pode contribuir na redução da pressão arterial, beneficiando a saúde do coração, aliviando[1], Em uma experiência na França, pesquisadores constataram que alunos que ouviram uma palestra em que música clássica foi tocada ao fundo, tiveram melhores resultados em um teste quando comparados com outros alunos [2]. Na Universidade de Stanford (EUA) um estudo constatou que após exposição à música (usaram produção barroca), foram identificadas reações em áreas de cognição e emoção; sugerindo que “o processo de ouvir música pode ser uma forma de o cérebro aprimorar sua capacidade de antecipar eventos e manter a atenção”.[3]. Um outro estudo (2015), de pesquisadores da Universidade de Helsinque (Finlândia), verificou uma associação da prática de ouvir música clássica ao aumento da produção de dopamina, na ativação dos circuitos de recompensa do cérebro, cabendo considerar que baixos níveis de dopamina podem provocar doenças degenerativas [4].

Na minha experiência pessoal, ouvir músicas barroca e clássica acabou se revelando como uma questão proativa de tratamento mental ou terapia diante de exposição a elevados momentos de estresse. Quando escuto Bach, Vivaldi , Beethoven ou algum outro gênio barroco ou clássico, posso sentir em minha mente um teor de harmonia, ordem, pela forma como os acordes são executados e os instrumentos trabalhados; posso perceber uma mensagem de inspiração à serenidade que, parece, formam um conjunto de coisas imateriais que me ajudam na concentração. Sinto-me mais disposto para pensar, escrever e organizar minhas tarefas com melhor qualidade. Em outras palavras, percebo que as músicas influem em minhas atividades cognitivas causando uma melhoria no foco.

Então, sinto-me mais por dentro de mim mesmo ouvindo músicas barroca e clássica, assim como suas variantes em compositores atuais. Apreciar gênios barrocos e clássicos, além dos contemporâneos que dão prosseguimento a essa maravilhosa tradição, acaba sendo um saboroso momento pessoal em meio a uma vida naturalmente de desgastes, entre a razão e a intuição, com uma humana combinação de sentimentos e racionalidade.

  1. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15296685
  2. Ver Learning and Individual Differences citado em https://news.usc.edu/71969/studying-for-finals-let-classical-music-help/
  3. https://med.stanford.edu/news/all-news/2007/07/music-moves-brain-to-pay-attention-stanford-study-finds.html
  4. https://peerj.com/articles/830/

08/01/2022

Anotações sobre a primeira semana do ano

O suporte aprecia Nuvole Bianche, do maestro Ludovico Einaudi https://www.youtube.com/watch?v=xyY4IZ3JDFE

Encerrando-se a primeira semana do ano, uma parcial das primeiras observações quanto às mudanças realizadas no atendimento:

Todos os agendamentos foram de uma hora e a redução do tempo indicou melhoria no foco, pois é menos complicado se comprometer com mais intensidade em uma hora do que com duas ou três.

A preferência pelo Zoom combinado com o remoto e a retirada do WhatsApp do atendimento humano, estão possibilitando que eu fique mais próximo dos clientes para ouvi-los melhor, além de que a fluência no atendimento é superior quando se utiliza vídeo conferência em comparação com trocas de mensagens em textos ou áudio. Aos poucos que ainda que não costumam usar o Zoom no agendamento, recomendo repensar a medida pois a produtividade aumenta bastante quando conversamos por vídeo conferência.

O novo modelo possibilita que eu atenda mais pessoas e dá uma dinâmica que está reduzindo o meu desgaste e isso pode ser observado no encerramento dos expedientes dentro dos horários limites (12h00 e 18h00) com uma pequena margem de variação (até 10 minutos é aceitável).

Agora, respondendo aos que me disseram:

“Aproveita que vai mudar e acaba logo com esses agendamentos (kkk)”

O atendimento planejado possibilita melhor organização de tarefas, mapeamento de prioridades, pauta e execução com estimativa mais precisa no uso do tempo, um recurso por demais escasso e que deve ser muito bem administrado. Os dados mostram que os agendamentos possibilitam o amadurecimento de um plano de ação e melhor produtividade. Quem sugeriu acabar com os agendamentos apenas revelou um traço de uma personalidade de “gestor” baseada tão-somente no improviso e na falta de ordem, com desprezo ao planejamento. Neste ponto, se eu fosse um empresário a procura de um contador, este seria o meu primeiro “ponto de corte” em minha lista de sondagens.

Quanto aos argumentos superficiais e a risadinha no final (kkk), entendo que a forma como uma pessoa se expressa ou suas ideias são externadas, muitas vezes serve mais para revelar o seu nível de maturidade como profissional.

Lamento informá-los, ciência (conhecimento) e filosofia (moral e ética) costumam superar o achismo de palpiteiros que até como fingidores não passam de canastrões.

“Uma hora? Com duas as pessoas já não cumprem horário, imagina só com uma”

Primeiro, cabe lembrar que é possível ter duas ou até três faixas sucessíveis ou intercaladas (no mesmo dia). Isso vai depender da análise de casos.

Mais alguns fatos: em uma hora o volume de tarefas atingiu média de 70% de um agendamento médio quando se tinham duas horas e isso se deve ao aumento do foco do suporte e dos usuários que resultou no aumento da intensidade via elevação do nível de concentração. Com a minha exclusividade e o uso da vídeo conferência, caso de cliente disperso não ocorreu, Outro fator importante é que com uma hora, dentro de um expediente que, normalmente, vai no mínimo em oito, na média, o profissional agendado tem um comprometimento menor na sua jornada diária de trabalho, o que ajuda a reduzir o absenteísmo pois é mais fácil comprometer uma hora do que duas ou três no mesmo dia.

Sobre não cumprir horário, dos 29 agendamentos, 27 tiveram seus horários cumpridos e dois foram queimados, índice de 93% (elevado) de aproveitamento, superior aos 79% na modalidade usada até o final do ano passado.

Na opinião também se comete o equívoco da generalização: “as pessoas”; diria “pessoas, vírgula”, como gostavam os antigos de ponderar, pois isso depende do senso de organização de cada profissional. Conheço muitos disciplinados que desmentem esse tipo de conclusão tão rasa. Parece que alguns usam a própria medida da desorganização, que aplicam em si mesmos, para avaliar o mundo e os outros.

Mais uma vez, o uso de ciência na análise de dados e uma filosofia aplicada a gestão de negócio (política privada para normas) superaram o achismo de quem dá opinião sem conhecimento de fatos e com achismo de generalização.

Sessões de prioridade

Uma das críticas que mais recebi é o foco exagerado no agendamento, o que procede em certo sentido, e eis que foram disponibilizadas duas faixas de prioridades por dia, combinadas com o Zoom, ajudando a resolver este problema. O inesperado passa a ter mais espaço, mas isso não significa que as sessões no Zoom para esses casos serão baseadas no aleatório. O que surge como prioridade, fora da agenda, é antes identificado, analisado e classificado e quando entro nas sessões tenho uma boa base de conhecimento das tarefas a serem tratadas, em função de uma programação de atendimento previamente construída. Então, o inesperado ou o aleatório também acaba submetido ao uso racional e planejado de recursos, o que tende a ser economicamente melhor para todos.

Uma coisa ficou clara: clientes que gostam, ou estão dispostos a apreciar organização, ordem e planejamento, tendem a se identificar com os agendamentos e as sessões organizadas de prioridades enquanto os que são chegados apenas no improviso, fazendo quase tudo por impulso, e se contentam com a falta de organização em seus próprios negócios, tendem a ficar insatisfeitos. Os que estão usando a Gioconda no privado observando as orientações dela sobre as opções dos menus, estão sendo atendidos mais rapidamente em comparação com os que só descarregam mensagens em texto, áudios e imagens de forma desordenada, sem considerar as orientações do atendimento robotizado, denotando uma confusão mental na forma de conduzir problemas.

E entre agradar o primeiro tipo e o segundo, sabendo que é impossível agradar a todos, digo os mais organizados e o segundo, o tipo mais chegado em uma bagunça e que não quer se organizar, quem será que vou decidir agradar?

01/01/2022

Mensagem do Leonardo hoje ao Leonardo de primeiro de janeiro de 2021

Neste primeiro dia de um novo ciclo solar, me veio à mente o filósofo grego estoico Epiteto, que viveu na Roma antiga:

“O homem sábio é aquele que não se entristece com as coisas que não tem, mas se rejubila com as que tem.“ [1]

O suporte aprecia hoje Tabarly, bela peça em piano do talentosíssimo compositor francês Yann Tiersen (Brest, 1970), executada pelo brilhante pianista holandês Jeroen van Veen (Herwen, 1969). https://www.youtube.com/watch?v=9Zq0t2Stpcw&t=3016s

Muito comum nesta fase de recomeço, a experiência da reflexão envolvendo planos novos ou antigos com desejos que (res)surgem mediante a passagem a um novo ano, assim como comparações que são feitas entre o que se conquistou e, sobretudo, o que se deseja conquistar.

Então, o Leonardo de primeiro de janeiro de 2022 imaginou uma viagem no tempo para encontrar o Leonardo de primeiro de janeiro de 2021 e pensou em lhe dizer o seguinte:

Meu caro eu de primeiro de janeiro de 2021, fiz está viagem insólita para te dizer que belo e moral foram os desejos que você traçou para 2021. Alguns realizou, outros não, e não te direi quais foram, mas preciso te falar que um desejo de crescer em vários aspectos da vida, desde as coisas materiais que se almejam às imateriais ou espirituais, as mais importantes, pode estar acompanhado de uma lacuna, um vazio, que se tenta preencher como se a felicidade ou o bem-estar consigo mesmo dependesse de coisas que não se tem, ou daquilo que não se consegue ser, em um impulso imaturo de se comparar com outras pessoas ou coisas.

Neste início de 2021, o teu eu de 2022 vem te abraçar, como um amigo das coisas guardadas no porão, e te dizer que melhor do que uma comparação com os outros é se comparar consigo mesmo, e longe de um narcisismo, te desafio no sentido de procurar a cada dia refletir sobre a pessoa que foi hoje para tentar ser uma pessoa melhor amanhã; é nesse sentido que podes encontrar um meio de compreender melhor a profundidade da sabedoria de Epiteto. Aproveitando a ocasião, meu caro eu de 2021, se você apresentar avanços, melhorias, em vários aspectos, neste ano de 2021, celebre sem exagerar na empolgação, sempre com gratidão a Deus, e se sentir um tanto cansado, triste, abatido, quem sabe com a ingratidão, lembre-se sempre das coisas que você tem, que o dinheiro não compra, incluindo a gratidão e a admiração daqueles que verdadeiramente te respeitam.

Meu caro eu de 2021, bem sei de tuas carências, necessidades não realizadas, como todo ser humano, mas jamais esqueça do perigo de caíres no equívoco de pautar a tua caminhada apenas pelo que não tens ou não és; impossível será encontrarmos paz, em nossa mais profunda intimidade, se nos rendermos aos valores efêmeros de ostentação deste mundo, onde aparências costumam enganar bastante, onde o “ser feliz” não passa de um momento, onde não ecoamos nossa existência pela eternidade, condicionando a realização pessoal aos outros e não ao melhor conhecimento sobre nós mesmos.

Meu caro Leonardo de 2021, sabes bem que a tua amiga Teologia te ensinou que o futuro a Deus pertence, mas repito isso como uma prece pois melhor do que traçar planos e desejos, é saber apreciar o que és e o que tens na tua caminhada pessoal, reconhecendo a graça de Deus na tua vida… E eis que se lembrarás daquela exortação do apostolo que marca a teologia da “coragem de ser” em teu coração, São Paulo, no final da primeira carta aos Tessalonicenses (5.18):

“Por tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em Cristo Jesus.” [2]

Por tudo que tens, revelando novas experiências, quem sabe avanços em conhecimentos, melhorias na intelectualidade e nos valores de foro íntimo, e tais coisas se tornam possíveis quando paramos para darmos valor ao que temos, não importa se achamos pouco, e isso inclui uma melhor consciência sobre de onde viemos, nossas raízes, até onde conseguimos alcançar, mesmo que tais avanços sejam coisas desprezíveis aos olhos dos que se acham mais bem sucedidos, mais preparados ou “superiores”, não devemos nos apegar em tais comparações alheias como se fossem determinantes nessa maravilhosa busca pela felicidade.

E aqui termino, meu eu amigo de 2021, voltando ao primeiro dia de 2022; despeço-me com a percepção, os sentimentos, as intuições e as razões atuando como forças interiores que se unem para celebrar a alegria do viver, cuja razão principal está no fato de simplesmente ser, existir, estar neste dia tão oportuno para falar de recomeço. Siga em frente sem medo de buscar a tua felicidade que se compartilha na felicidade dos que te amam.

Seja uma versão melhor de si mesmo a cada dia.

  1. Na obra “The Discourses of Epictetus: With the Encheiridion and Fragments”, página 429;
  2. Tradução da Bíblia de Jerusalém, maio de 2000.

🥂 Feliz 2022!

Buongiorno em 2021, Fly em 2022

O cantinho de blog destinado às minhas crônicas em 2022 já está aberto, se chama “Fly”, em alusão às metas que tenho para o ano que se aproxima.

Em 2021, Buongiorno e em 2022, Fly; faz um tempo que venho me inspirando nesta composição do maestro italiano Ludovico Einaudi, especialmente na versão “reimaginada” (um remix) por Mercan Dede e Dexter Crowe, cuja essência se encaixa nas coisas que estou desenvolvendo.

Minha vida profissional está passando por um importante processo de mudanças, com o mundo das leituras se tornando mais intenso ao lado do trabalho de programador e analista de suporte, em meio a janelas que se abrem para um mundo novo para os negócios e a contabilidade.

A Gioconda ganhou novos códigos e um ambiente que a permite operar 24 horas por dia. Meta batida. O Zoom se consagrou como ferramenta de atendimento com o elemento HUMANO que eu tanto desejava, outra meta batida. O grupo ganhou uma direção mais consistente, mais uma meta batida. O atendimento no privado do WhatsApp se tornou 100% robotizado permitindo que eu encontrasse uma melhor administração do tempo. Novos protocolos internos foram concluídos; mais metas batidas.

Metas para 2022

A Gioconda ganhará novas funcionalidades, ficará mais rápida com os processos que estão em andamento, previstos para serem concluídos no ano que se aproxima.

O SEIFolha Web dará o ar da graça até o final do ano premiando clientes com recursos integrados à Gioconda, ambos operando com o irmão dela, o Hal9000 e o e-goback, um aplicativo para celular, todos visando um conceito de atendimento baseado no que chamo de “Filosofia do Processo”.

Será um ano intenso, com férias em julho que podem abrir janelas internacionais ao meu trabalho.

Quando falo “trabalho”, o conceito é muito abrangente. Quando estou lendo, estudando, meditando, estou trabalhando. O trabalho para mim envolve a mente bem ocupada e gostaria de morrer assim.

O mais importante é que os esforços que farei em 2022 visam trazer os clientes juntos. O que eu conseguir realizar, aprender, vou compartilhar de maneira que todos possam ter a oportunidade de usufruírem dos benefícios para que produzam mais, atendam melhor, com maior eficiência e lucrem mais.

Claro que coisas darão errado, mas isso faz parte do processo de crescimento profissional.

Estarei em um mundo de integrações e tecnologias robotizadas apontando ao trabalho mais importante de minha vida: o CriptoCont, que é um conjunto de esforços intelectuais e técnicos para trazer a tecnologia do blockchain para as escriturações contábeis.

Deus permita que eu possa realizar esta jornada.

Soli Deo gloria

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Comentário

  1. Foi maravilhoso chegar nesse “cantinho” , como você disse, e poder ler essa sua mensagem de hoje. Texto lindo demais, demais.

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