“Quis custodiet ipsos custodes?”

O comportamento do ministro da Segurança Pública, Raul Julgmann, diante de denúncias de fraude nas urnas eletrônicas, espelha a arrogância peculiar daqueles que militam no aparato monopolístico compulsivo e coercitivo do estado: Tratar como criminoso quem questiona a idoneidade de processos e de instituição do estado [1] como se tivesse desafiando entidades detentoras de qualidades […]

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