Imagem: stanford.edu
“The United States has historically dominated AI research and model development, with China consistently ranking second. Recent evidence, however, suggests the landscape is rapidly changing and that China-based models are catching up to their U.S. counterparts.”
Obra: Artificial Intelligence Index Report 2025. Chapter 2. Technical Performance. US vs. China Technical Performance. Stanford HAI, 2025, Stanford University. Por The Stanford Institute for Human-Centered AI.
Os negócios de desenvolvimento em torno da dita “Inteligência Artificial” (IA) em uma análise global do RAI Report 2025. No trecho (p. 97), o balanço a apontar que nos Estados Unidos continua a liderança sobre pesquisas e avanços de modelos de IA, “com a China consistentemente em segundo lugar”, o que denota uma situação histórica.
No universo das IAs, os modelos chineses seguem na aproximação com os americanos, aponta o relatório (p. 97): “Em 2023, os principais modelos americanos superaram significativamente seus equivalentes chineses. Em janeiro de 2024 no LMSYS Chatbot Arena, o melhor modelo americano superou o melhor modelo chinês em 9,3%. Em fevereiro de 2025, essa diferença diminuiu para apenas 1,7%”. No final de 2023, em benchmarks MMLU, MMMU, MATH e HumanEval, as diferenças de desempenho eram de 17,5, 13,5, 24,3 e 31,6 pontos percentuais, respectivamente , e no final de 2024, caíram para 0,3, 8,1, 1,6 e 3,7, enquanto o lançamento do DeepSeek-R1 ganhou destaque pelo fato da empresa ter relatado que seus resultados foram alcançados “usando apenas uma fração dos recursos de hardware normalmente necessários para treinar um modelo desse tipo” (p. 97), provocando dúvidas sobre a eficácia dos controles de exportação de semicondutores dos EUA.

O campo das IAs é bem mais intenso e explícito quando se pensa em um possível confronto militar entre Estados Unidos e China, sobretudo em torno de Taiwan, iha que pode desencadear a terceira guerra mundial, algo tão estimado em termos de geopolítica, o que me faz pensar também no quanto essas tecnologias consistem dentro de um tema inseparável do âmbito político-militar-mundial, a indicar que o seu desenvolvimento tende a ser pautado e direcionado por interesses que vão além do que se pensa acerca de economias de mercado e que um conflito bélico de IAs pode já estar em curso no âmbito de corporações de TI que são instrumentalizadas pelos aparatos estatais.
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