Imagem: Recanto do Poeta

“Onças vermelhas ou fulvo-pardas — os Leopardos sertanejos. Tudo isto, para cumprir o que profetizara da minha Epopeia um excelso Vate brasileiro, quando cantou assim:
‘As Pedras desabrocham solitárias,
de Arquitetura esplêndida e fantástica:
são-lhe, Bromélias, rubros Lampadários.
E, por vida inda dar-vos, Leopardos,
vivo-escarlates e indolentemente,
os Guarases, à luz do Sol, traçavam
a Coroa do Sangue Espanadante.'”
Obra: Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta. Folheto LV. De Novo a Cavalgada. José Olympio, 2013, Rio de Janeiro. De Ariano Vilar Suassuna (Brasil/Paraíba/Parahyba do Norte, atual João Pessoa, 1927-2014).