Imagem: Nova Brasil – Tu és filho de Xangô. – Pegou uma guia colorida de contas marrons e brancas, e passou-a no pescoço de Holmes […] Obra: O Xangô de Baker Street. Capítulo 20. Companhia das Letras, 2011, São Paulo. De José Eugênio Soares (Brasil/Rio de Janeiro/Rio de Janeiro, 1938-2022). Entre os livros que perdi […]
Read more20/07/2026 08h00 O Conde de Monte Cristo. Parte III. 2. O café-da-manhã
Imagem: Wikimedia — Talvez lhes pareça estranho o que vou lhes dizer, aos senhores, socialistas, progressistas, humanitários; mas nunca me preocupo com o próximo, nunca tento proteger a sociedade que não me protege, e digo mais, que geralmente só se preocupa comigo para me prejudicar; negando-lhes minha estima e mantendo-me neutro a seu respeito, são […]
Read more11/07/2026 22h32 O Vento Sabe Meu Nome. Mister Bogart
Imagem: Portal da Literatura “Para Samuel, aquela peregrinação dolorosa era inevitável. Ao subir no trem do Kindertransport, suas raízes tinham sido cortadas […]” Obra: O Vento Sabe Meu Nome. Mister Bogart. Bertrand Brasil, 2025, Rio de Janeiro. Tradução de Ivone Benedetti. De Isabel Allende Llona (Peru/Lima, 1942). Na medida em que vai percebendo que faz parte de uma geração de […]
Read more10/07/2026 20h50 Baudolino. 27. Baudolino nelle tenebre di Abcasia
Imagem: El Español “[…] dopo aver visto tante cose nel vasto mondo, quei lunghi giorni passati nel buio lo avevano riappacificato con se stesso. […]” Obra: Baudolino. 27. Baudolino nelle tenebre di Abcasia. La nave di Teseo, 2020, Milano. De Umberto Eco (Itália/Alexandria, 1932-2016). Lá está o desbravador e sentimental Baudolino, ganhando o mundo com suas histórias “cabeludas”, diria, do […]
Read more01/07/2026 21h07 Noites Brancas. Primeira Noite
Imagem: wikipedia.org “[…] como pode viver sob um céu assim toda sorte de gente irritadiça e caprichosa?” Obra: Noites Brancas. Primeira Noite. Editora 34, 2009, São Paulo. Tradução de Nivaldo dos Santos. De Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (Império Russo/Moscou, 1821-1881). O meu primeiro mentor me incentivou a ler Dostoiévski. Eu tinha 19 anos e a felicidade de receber influências significativas […]
Read more23/06/2026 20h00 O Morro dos Ventos Uivantes. Capítulo XXX
Imagem: Poetry Foundation “todos tenham a bondade de compreender que eu repilo qualquer simulação de delicadeza que tiverem a hipocrisia de demonstrar para comigo.” Obra: O Morro dos Ventos Uivantes. Capítulo XXX. Record, 2013, Rio de Janeiro. Tradução de Rachel de Queiroz. Grandes Traduções. De Emily Jane Brontë (UK/England/Bradford/Thorton, 1818-1848). Na segunda geração deste romance está Cathy Linton, fria, […]
Read more16/06/2026 22h08 O Vento Sabe Meu Nome. O violinista
Imagem: Portal da Literatura “Em 10 de dezembro, muito cedo, Rachel e o coronel levaram Samuel à estação ferroviária. Rachel movia-se como sonâmbula, aturdida por uma dose excessiva de droga de Steiner.” Obra: O Vento Sabe Meu Nome. O violinista. Bertrand Brasil, 2025, Rio de Janeiro. Tradução de Ivone Benedetti. De Isabel Allende Llona (Peru/Lima, 1942). O coração de Rachel […]
Read more15/06/2026 22h40 O Senhor das Moscas. VIII
Imagem: Portal da Literatura “Diante de Simon, o Senhor das Moscas estava pendurado na vara e sorria. Enfim, Simon desistiu e olhou; viu os dentes brancos e os olhos opacos […]” Obra: O Senhor das Moscas. VIII. O Globo, 2003, Rio de Janeiro. Tradução de Geraldo Galvão Ferraz. De William Gerald Golding (UK/England/Newquay, 1911-1993). A […]
Read more24/05/2026 10h00 A Morte de Ivan Ilitch. 12
Imagem: Biblioteca de São Paulo “Ele escutou aquelas palavras e as repetiu em sua alma. ‘A morte acabou. Ela não existe mais’” Obra: A Morte de Ivan Ilitch. VII. Principis, 2023, Jandira. Tradução de Robson Ortlibas. De Lev Nikolaevitch Tolstoi (Rússia/Yasnaya Polyana, 1828-1910). Ontem ganhei de minha esposa uma edição mais recente desta obra, desta vez em formato físico. […]
Read more22/05/2026 19h55 O Vento Sabe Meu Nome. Os Adler
Imagem: Portal da Literatura “Os judeus podiam ser despojados de todas as posses, como ocorre constantemente ao longo da história, mas ninguém podia tirar-lhes o preparo intelectual.” Obra: O Vento Sabe Meu Nome. Os Adler. Bertrand Brasil, 2025, Rio de Janeiro. Tradução de Ivone Benedetti. De Isabel Allende Llona (Peru/Lima, 1942). 1938: Viena foi tomada […]
Read more18/05/2026 21h00 Homens e Caranguejos. Prefácio
Imagem: Centro Josué de Castro “O tema dêste livro é a história da descoberta que da fome fiz nos meus anos de infância, nos alagados da cidade do Recife, onde convivi com os afogados dêste mar de miséria. Procuro mostrar neste livro de ficção que não foi na Sorbonne nem em qualquer outra universidade sábia […]
Read more13/05/2026 20h44 O Conto da Aia. Capítulo XXIII
Imagem: Poetry Foudation “[…] Somos úteros de duas pernas, isso é tudo: receptáculos sagrados, cálices ambulantes.” Obra: O Conto da Aia. Capítulo XXIII. Rocco, 2006, Rio de Janeiro. Tradução de Ana Deiró. De Margaret Eleanor Atwood (Canadá/Ottawa, 1939). Estariam os Estados Unidos distantes de uma distopia de um golpe de estado protagonizado por um grupo […]
Read more25/04/2026 14h00 A Queda. 4
Imagem: Portal da Literatura “[…] As pessoas apressam-se, então, a julgar, para elas próprias não serem julgadas. […]” Obra: A Queda. 4. Record, 2024, Rio de Janeiro. Tradução de Valerie Rumjanek Cardoso. De Albert Camus (Argélia/Dréan, 1913-1960). Quando Clamence se deu conta de suas ilusões, veio a lucidez para lhe dar “todos os ferimentos ao mesmo tempo” (p. 86). […]
Read more23/04/2026 22h00 The Man In The High Castle. Vacations ends in fatal slashing
Imagem: Amazon “The hymn, Juliana remembered. ‘So you gave up the High Castle and moved back into town,’ she said.” Obra: The Man In The High Castle. Vacations ends in fatal slashing. G. P. Putnam’s Sons, 1982, New York. De Philip Kindred Dick (EUA/Chicago/Illinois, 1928). Este romance distópico foi o mais complexo, intrigante e próximo […]
Read more28/03/2026 15h00 Matadouro 5. 1
Imagem: Rascunho É curto e confuso e estranho, Sam, porque não há nada inteligente a ser dito sobre um massacre. Teoricamente, todo mundo deve estar morto, para nunca dizer mais nada ou querer mais nada.[…] Obra: Matadouro 5. 1. L&PM Pocket, 2005, Porto Alegre. Tradução de Cássia Zanon. De Kurt Vonnegut Jr. (EUA/Indiana/Indianápolis, 1922-2007). Ficção […]
Read more25/03/2026 22h08 A Peste. 4.
Imagem: Portal da Literatura “A única maneira de juntar as pessoas ainda é mandar-lhes a peste.” Obra: A Peste. 4. Record, 2024, Rio de Janeiro. Tradução de Valerie Rumjanek Cardoso. De Albert Camus (Argélia/Dréan, 1913-1960). Sob o domínio da peste, Orã se arrastava no cansaço indigesto dos que cuidavam dos pacientes, nas casas de quarentena e sob a indiferença […]
Read more16/03/2026 20h36 Ragazzi di vita. Appendice. Il metodo di lavoro
Imagem: Comunità Italiana “Il mio realismo io lo considero un atto d’amore: e la mia polemica contro l’estetismo novecentesco, intimistico e para-religioso, implica una presa di posizione politica contro la borghesia fascista e democristiana che ne è stata l’ambiente e il fondo culturale.” Obra: Ragazzi di vita. Appendice. Il metodo di lavoro. Einaudi, 1972, Torino. […]
Read more13/03/2026 22h00 O Estrangeiro. Parte II. 4
Imagem: Portal da Literatura “Mesmo no banco dos réus, é sempre interessante ouvir falar de si mesmo. […]” Obra: O Estrangeiro. Parte II. 4. Record, 2019, Rio de Janeiro. Tradução de Valerie Rumjanek. De Albert Camus (Argélia/Dréan, 1913-1960). Retorno a este romance que me fez pensar Meursault inicialmente associado ao meu primeiro mentor [554], não na narrativa do assassinato […]
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