Imagem: Poetry Foundation

Arthur Rimbaud

“La douceur fleurie des étoiles et du ciel et du reste descend en face du talus,
comme un panier, – contre notre face, et fait l’abîme fleurant et bleu là-dessous”

Obra: Mystique, poema de Jean-Nicolas Arthur Rimbaud (France/Carleville, 1854-1891) em Ensaios Reunidos. Volume I. 1942-1978. Topbooks/UniverCidade, 1999, Rio de Janeiro. De Otto Maria Carpeaux (Áustria/Viena, 1900-1978).

“O estilo de expor os versos lembrava o preferido, Rimbaud. Talvez por isso, na maturação tenha nascido Heitor Bonaventura.” (Em folha rasa)

La douceur fleurie – por Heitor Odronoel Bonaventura

Será preciso um tempo para contar La douceur fleurie des étoiles et du ciel et du reste descend en face du talus. Na chegada do seu Κρόνοος, será ao mesmo tempo obra aberta, para lembrar algo tão familiar, e um algoritmo poético.

Na primeira camada será com uma faixa no topo de uma pintura formada por murmúrios e delírios com cada experiência de leitura revelando sua própria concepção, quando os mistérios de suas abstrações estão contidos em uma concha entre milhares no fundo de algum mar desconhecido.

Na segunda camada, a restrita compreensão dos códigos desvelará um poema único e intransferível que romperá as barreiras do tempo e dos sentimentos, como se a mística de Rimbaud tivesse encontrado um anjo com manto de lã na grama de aço e esmeralda.

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