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“Eu quero lutar com a minha caneta. Eu lutaria através da força, com uma arma, mas assim teria que matar outras pessoas. Não quero fazer isso, mesmo que não sejam pessoas boas. Elas não precisam ser mortas, precisam aprender a tornarem-se humanas. […]”

Obra: Mulheres de Cabul. Marina 1997. Geração Editorial, 2006, São Paulo. Tradução de Celeste Marcondes. De Harriet Logan

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