Imagem: Letras UFRJ

Senhoria Clairon como Medeia (1759),
de Carle van Loo (1705-1765)

“Em nossa cultura, confunde-se frequentemente com um de seus graus precedentes, a autonomia e independência externa […]”

Obra: Medeia: A Redenção do Feminino Sombrio como Símbolo de Dignidade e Sabedoria. Terceira Parte: O espelho escuro. Heroísmo desesperado. Cultrix, 2017, São Paulo. Tradução de Margit Martincic e Daniel Camarinha da Silva. De Olga Rinne (1946-2011).

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