Imagem: Wikimedia Commons

Jasão e Medeia (1907),
de John William Waterhouse (1849-1917)

“[…] A vida do par se estagnaria se permanecesse constantemente simbiótica.[…]”

Obra: Medeia: A Redenção do Feminino Sombrio como Símbolo de Dignidade e Sabedoria. Terceira Parte: O espelho escuro. “Se não me abandonares, também não te abandonarei”. Cultrix, 2017, São Paulo. Tradução de Margit Martincic e Daniel Camarinha da Silva. De Olga Rinne (1946-2011).

Comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *