
“Assim como uma árvore que passa,
Incólume pelas estações,
A vida nunca se finda:
De uma maneira ou de outra
A existência é eterna.
Julho 2000.”
Obra: O Gesto Emblemático. XX. A Vida. Liceu, 2000, Recife. De Gedeão Teodomiro de Souza (Brasil/Paraíba/Pombal, 1940).
Eis o “discretíssimo senhor”, pai de um amigo de infância, que morava em frente à minha casa no Cajueiro, quando eu tinha 10 anos, e ficava “tranquilamente lendo, encostado na janela, às vezes deitado em uma rede” [586]. “Seu Gedeão” lendo foi uma influência que guardei daqueles dias.
Este livro marcou um momento importante de minha vida. Foi o primeiro presente que ganhei de minha mãe na casa do Cajueiro, após o longo período de minha ausência, entre dezembro de 1997 e setembro de 2000 [587].
586. 12/04/2026 15h06
587. 26/01/2026 20h00
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