Imagem: Camões Berlim

Teresa Veiga

“[…] não sei se foi um pouco mais tarde, comecei a descortinar em todo aquele movimento sem sentido um grão
de loucura e a perguntar‑me se aquela marcha dançante e as miradas longínquas não eram a marca funesta de uma criatura
que se evadiu para uma região inacessível, cortada da realidade. […]”

Obra: Vermelho delicado. Betânia. Editora Tinta-da-China, 2024, Lisboa. De Teresa Veiga (Portugal/Lisboa, 1945). 

Comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *