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Platão

“[…] nada exista de irracional no dever de não nos matarmos, de aguardarmos que a divindade envie qualquer
ordem semelhante àquela que hoje se apresenta para mim.”

Obra: Fédon. O Prazer e a Dor. Abril Cultural, 1972, São Paulo. Tradução de Jorge Paleikat e João Cruz Costa. De Platão (Atenas, 428/427 – 348/347).

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